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PrOfeSsOrA WiLma NuNeS RaNgEl

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domingo, 10 de agosto de 2014

É justo proibir o uso do celular na sala de aula?

Lei é publicada no Paraná

ublicado em 01/08/2014 02:00  -  Atualizado em 01/08/2014 02:00

Uso de aparelhos eletrônicos em sala aula é proibido por lei

Karen Faccin
Legislação estadual vale para as escolas públicas e particulares, mas não define punições
Núcleo Regional de Educação em Maringá vai debater sanções para quem não cumprir regra
Está definitivamente proibido o uso de aparelhos eletrônicos em salas de aula das escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio do Paraná. É o que diz a lei de número 18.118. Para as instituições de ensino, a regra deve tornar mais rígido o cumprimento do regimento interno ou o que já estava subentendido nas regras de conduta social.

Confiscar o telefone celular ou outro aparelho eletrônico dos alunos para puni-los, por exemplo, contraria a Constituição Federal, mas agora é uma medida amparada por lei. "A lei vem para apoiar o que já estava no regimento das escolas; o que antes era só uma norma interna agora está amparado na legislação estadual e isso é muito positivo para gente", diz o professor José Carlos Barbieri, vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Noroeste do Estado do Paraná (Sinepe-NOPR).

De acordo com Barbieri, tanto escolas públicas quanto privadas sofrem com o problema de uso indiscriminado de aparelhos como celulares, smartphonestablets e MP3 nas salas de aula.

De acordo com a lei, os aparelhos serão permitidos em classe apenas para fins pedagógicos, sob orientação e supervisão do profissional de ensino. "Não podemos fechar os olhos para as novas tecnologias. Proibir por proibir, não adianta. Precisamos olhá-las como ferramentas pedagógicas para nos ajudar na transmissão do conteúdo e fazer com que os alunos interajam com o conhecimento", apontou o vice-presidente do Sinepe.

A lei, contudo, não prevê uma punição padrão para os alunos e professores que utilizarem os aparelhos em classe. Para Carlos Petronzelli, coordenador de Desenvolvimento Socioeducacional do Núcleo Regional de Educação de Maringá, o objetivo é que a legislação estimule a definição de regras em um patamar comum entre as instituições de ensino.

Segundo o coordenador, é necessário que seja pensado uma série de medidas sociopedagógicas para responsabilizar os alunos e professores pelo ato "fora da lei". "Para que as medidas não sejam aleatórias é preciso que as escolas se unam para definir critérios. Hoje, as punições são as mais variadas possíveis, desde professor que toma o aparelho e só devolve no final da aula até devolução só para os responsáveis uma semana depois. Há vários procedimentos. É preciso averiguar qual o melhor a ser tomado", explicou Petronzelli.

Na opinião do coordenador, a lei é uma medida radical, mas necessária, para que o aluno passe a ver os aparelhos eletrônicos de um modo diferente. Nesta missão, ele aponta que os pais também devem ser aliados. "Os pais devem ajudar na conscientização das crianças de que os aparelhos eletrônicos são ferramentas com o potencial para tirar o foco da aula e, consequentemente, prejudicar o aprendizado", acrescentou.

De acordo com o coordenador, a previsão é que neste mês a sanções sejam debatidas nas reuniões de escolas que fazem parte do núcleo e, em breve, a meta do órgão é ampliar a discussão com os representantes das instituições de ensino privadas.
CONSCIENTIZAÇÃO DE PAIS E ALUNOS NA REDE MUNICIPAL
Na rede municipal, a diretora de Ensino da Secretaria de Educação, Mara Mello, diz que desde que foi observado que os aparelhos eletrônicos começaram a invadir o espaço escolar foi iniciado um trabalho de conscientização dos alunos e da comunidade para coibir a prática em sala de aula.

Ela relata que bimestralmente são realizadas reuniões com as equipes pedagógicas das escolas e pais de alunos para passar orientações, entre as quais a proibição do uso de aparelhos eletrônicos durante as aulas. "Hoje, temos raríssimos problemas com isso. As crianças sabem que lugar de celular é desligado na bolsa e os pais sabem que hora de ligar é no término da aula. Quando têm algo urgente, entram em contato direto na escola", explica. Mara ressalta que a lei municipal 790/2009, no artigo 92, já dispõe sobre a proibição do uso do aparelho durante o trabalho em sala de aula para os profissionais da educação. A diretora avalia positivamente a criação da lei estadual que inclui a proibição para os alunos. "Sabemos que o uso de aparelhos eletrônicos atrapalha o andamento das aulas e acaba distraindo o aluno e, consequentemente, diminui seu rendimento. Acho importante porque a lei respalda as escolas nesse aspecto", avalia. ///Karen Faccin
OPINIÃO
Situação extrema

ROSANA PARRÉ
Coordenadora pedagógica da Escola de Psicoterapia Psicanalítica de Maringá (EPPM)
A lei é o reflexo a situação dos aparelhos eletrônicos nas salas de aula, que chegou a uma situação extrema. Denuncia que a escola e a família estão fragilizadas, não deram conta de orientar por meio do diálogo o aconselhamento e até a punição. A lei parte de uma necessidade de se quebrar esse obstáculo e criar condições para que o aprendizado aconteça. Pelo celular, as crianças acessam um mundo de coisas atrativas, é muita sedução, e elas não conseguem saber o momento certo para usar. Essa é uma geração acostumada a prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo, mas isso não garante o aprendizado. Contudo, é importante frisar que a lei pela lei não muda comportamento. Não dá para delegar à lei o processo de educação e a mudança de comportamento do aluno. Esta é a oportunidade do corpo docente debater e deixar seus regimentos claros e expostos para que todos saibam as consequências de se desobedecer a lei.
Um 'vício' que é difícil largar
Bárbara Bardon, 15 anos, aluna do 1° ano do ensino médio, confessa que não consegue abrir mão do smartphone durante as aulas. "Já virei especialista em usar o celular sem o professor ver. Escondo-me atrás da colegada da frente, coloco o celular dentro do estojo e vou digitando, tampo o celular com o livro", conta a adolescente. Ela admite que o desempenho na escola é prejudicado pelo hábito de usar o celular em classe, mas mesmo assim não pretende deixar o aparelho desligado e dentro da bolsa, conforme orientação dos professores.

Julia Muniz, 15, conta que mudou de conduta depois que que a mãe foi chamada duas vezes na escola para resgatar o celular confiscado. "Minha mãe recomendou que eu não mexesse mais no celular durante as aulas, eu parei de usar, mas não acho que deveria ser proibido", opina.

O estudante Gabriel Martins, 15, autointitula-se nerd e conta que está presente em redes sociais como 
Facebook
Twitter
 e 
Instagram
, mas diz que sabe separar o horário de "curtir" e o de estudar. Na opinião dele, os colegas que "se deixam levar" pelos atrativos das redes sociais durante as aulas têm as consequências estampadas no boletim. "O desempenho deles é bem abaixo; eles perdem a atenção a cada vez que o celular vibra."

Que os 30 alunos da classe fossem como Gabriel é o sonho da professora de Línguas Portuguesa e Inglês, Marileide Casagrande. De acordo com a docente, o uso dos celulares se tornou um vício. "É automático. Dou uma bronca em um aluno e daqui a pouco ele nem percebe e já está mexendo de novo", relata.

A professora de Matemática, Maria Aparecida de Matos Souza, fala em número. Para ela, a proibição melhorará em 100% o comportamento dentro da sala de aula. "Aprender não é fácil, exige muita concentração e o celular domina todos os sentidos dos alunos; eles parecem que estão em outro mundo quando estão mexendo no aparelho", conta.
AVISO
"Minha mãe recomendou que eu não mexesse mais no celular durante as aulas."
JULIA MUNIZ
Estudante

CONECTADAS. Na escola, Tatiana, Julia e Jenifer estão sempre grudadas aos smartphones: aplicativo de mensagens e rede social.
—FOTO: JOÃO CLÁUDIO FRAGOSO


TEMA I

Defendendo a lei

No meu entender, a nova lei vem em boa hora e os seus objetivos são mais do que justos. A proibição quer evitar que as aulas sejam frequentemente interrompidas pelo toque dos aparelhinhos, que os alunos se distraiam conversando com os amigos ou mandando torpedos e que atrapalhem os colegas, sem falar no tira fotos, fazem pose e até se retratam para ver a maquiagem ou o cabelo, em plena aula! Além disso, vai impedir também os abusos, como no caso de estudantes que usam o telefone para colar nas provas. Eles usam mensagens de texto para passar cola com os celulares, sabia? Tem até quem tire foto da prova ou de uma questão e passe para um amigo de outro turno.










[depoimento de professor para o B.R. UOL]



Dar um basta


Boné e celular dentro da sala de aula são um claro desrespeito dos alunos para com os professores e seus colegas. Os pais perderam o controle sobre seus filhos. Agora alguém terá que impor regras e disciplinas. Estamos vivendo tempos de egoísmo, onde cada um só pensa em si mesmo. Isso tem que mudar, pois estamos assistindo menores engravidando, menores assaltando e menores cometendo os mais variados tipos de crime, desde xingamento aos próprios pais até o consumo de todo tipo de drogas. Está na hora de dar um basta.
[E-mail de internauta para o UOL Educação, por ocasião da notícia sobre a proibição em Juiz de Fora (MG).]

É proibido proibir


O Estado proibir os celulares dos alunos em sala de aula me parece um exagero, na medida em que viola o direito de a pessoa ir e vir com seus bens, atenta à dignidade da pessoa humana e também interfere no direito à segurança. Em muitos casos, o equipamento pode ser utilizado para afastar riscos ou danos às pessoas ou terceiros. Imagine, por exemplo, um professor descontrolado, que impõe um castigo cruel ao aluno. É raro? Sim, mas ninguém vai negar que pode acontecer. Além disso, vamos e venhamos, o Estado precisa se intrometer numa questão como essa? A escola, por si só, não tem autoridade para estabelecer a proibição?
[Depoimento de educador à Página 3 Pedagogia & Comunicação uol]

Um caso extremo


Vamos a um caso fictício: em uma sala de aula, em escola particular no Estado de São Paulo, duas alunas começam uma briga. A roda se forma, as meninas caem no chão e em alguns minutos o professor que estava fora da sala intervém e as alunas, machucadas, são levadas à enfermaria, uma claramente mais ferida, com cortes no rosto e o nariz sangrando. Esta cena, apesar de lamentável, não seria tão incomum assim, não fosse o fato de um aluno ter filmado todo o ocorrido com seu ultracelular, em altíssima resolução. Publicar na internet? Ele vai além e exige sexo com a adolescente para que o vídeo não seja divulgado.Além do bullying e CIBERBULLYING direto da sala de aula para a rede mundial!!
[Dr. José Antônio Milagre, advogado, no Webinsider] 
A LEI EM SÃO PAULO

Alunos da rede estadual e municipal de ensino estão proibidos de usar celular na escola. Desde 2007, uma lei assinada pelo então governador José Serra (PSDB) proíbe o uso do aparelho durante o horário de aula.
Joyce Cury / A Cidade
A fiscalização fica por conta do professor que está na sala, mas os docentes garantem que a legislação não “pegou”, porque a maioria leva o aparelho. Os mais novos procuram esconder e os mais velhos, principalmente aqueles do período noturno, usam na frente do professor e no meio da aula.
“Eu não tenho coragem de tirar dos mais velhos porque recebo ameaças, então prefiro fingir que não vejo”, diz uma professora que dá aula no período noturno.
Ela diz que já cansou de flagrar os estudantes tirando fotos e postando no Facebook, mas resolveu não tomar nenhuma atitude. Professores que interferiram foram ameaçados de espancamento.
“É melhor conservar o diálogo em sala de aula do que ser autoritário e ganhar inimigos”, afirma.
Já a professora da rede estadual Lene Pereira afirma que apesar da lei estadual que proíbe o uso de celular nas salas de aula, a maioria dos alunos leva os aparelhos dentro das bolsas e muitos não se preocupam.
“Eles ficam entrando no Fcebook e postando mensagens. Quando a gente pega retira o celular e devolve apenas no término da aula”, afirma.
Ela diz que o uso do aparelho atrapalha a aula porque os alunos não conseguem prestar atenção na matéria que está sendo ministrada pelo professor.
“Têm algumas pessoas que se preocupam em esconder do professor, mas outros teclam na nossa frente. É um novo desafio para a gente superar na sala de aula”.
Espaço comum para divulgar qualquer coisa
O mundo virtual se transformou em um espaço para as pessoas dividirem alegrias e tristezas. São postagens de momentos felizes com a filha que partiu, quem vai casar divide a história de amor com fotos e mensagens para os amigos, mães pedem conselhos sobre o que fazer com os bebês que estão doentes e vale também os filhos homenagearem as mães, entre outros eventos.

Lembre-se, que os Colégios Estaduais e até particulares, possuem Estatutos aprovados por suas APMs, com o tempo elas foram adaptadas a cada realidade...portando o dever da obediência, vem do aluno e da família

Observações






  • Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
  • Deve ter uma estrutura dissertativa;
  • Não deve estar redigido em forma de poema (versos) ou narração;
  • A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;
  • Não deixe de dar um título a sua redação;
  • Lembre-se, escrever bem O TEMA, é saber sobre ele!

  • pTd:Wilma
    EsToU:...


    3 comentários:

    1. LOKSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

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    2. Seria melhor a escola contratar um funcionario Para recolher is celulares no inicio da aula e devolve Los ao final da aula

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    3. Há quem diga que o uso do celular em sala de aula não deve ser proibido. Quem sabe tenham razão. Afinal, afeta somente a ele, não é? Tá, é falta de respeito com o professor, mas o que importa? Afinal, se o pai permite, é porque não liga também. Talvez porque o filho dê mais sossego. Quem sabe, devessem liberar o uso de álcool também. Afinal, também só afeta a ele e seu futuro. Mais ninguém. Ah, é... neste caso, a bomba não recai nas costas de outro, e sim, da própria família que não sabe educar um adolescente. Então, proibir o celular é legal, sim, mas a punição deveria se aplicar não ao aluno, mas no bolso dos pais. Aí, sim, passa a ser respeitado.

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