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¯`*·.¸¸♥ღ°Quem é essa que me olha de tão longe, com olhos que foram meus?(Retrato antigo - Helena Kolody) ¯`*·.¸¸♥ღ° Quem é essa que me vê do lado de lá quando eu dela preciso cá? Quem é essa que está em mim e eu nela em hora sem fim? Quem é essa, quem sou eu?De tanta pressa o vento a levou...Fiquei eu Olho no olho O meu no seu Num retrato antigo Num estar comigo Num olhar só meu. (Janice Persuhn)¯`*·.¸¸♥ღ° De retralho em retalho tiram pedaços de mim de espaço a espaço costuram os vazios de mim de palavra a palavra descobrem eu sou mesmo assim. (Autópsia) ¯`*·.¸¸♥

PrOfeSsOrA WiLma NuNeS RaNgEl

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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Propostas de redações para o III Simulado do 4º Bimestre

O TEMA ESCOLHIDO FOI:

Tema: Felicidade e Sociedade de Consumo

            O carro do ano, a roupa da estação, o corpo perfeito, o mais novo modelo de ipad, enfim, quem não deseja possuir todos esses quesitos? O poder de consumo, na atualidade, tornou-se referência de felicidade. As pessoas se matam trabalhando cada vez mais buscando novos desejos a serem saciados. Não há tempo para saúde, família, realizações internas, tempo para si, o indivíduo feliz é aquele que consegue comprar cada vez mais. Será que um dia ele estará satisfeito e completo ou o desejo por consumir acarretará num vazio cada vez maior? Será mesmo que a felicidade está apenas no ter e poder consumir coisas? Será que ainda há algo que o dinheiro

Proposta : Dissertação Argumentativa;

            Neste gênero textual, você possui a oportunidade de defender um posicionamento e tentar persuadir seu interlocutor de sua posição. Para isso, mobilize fatos, dados, exemplos, analise e reflita em torno da problemática do tema.

Observações

 Use sua realidade social, pessoal , intelecutal e até mesmo fictícia. Em terceira pessoa do Discurso indireto (geral social)
_ Deverá estar escrito na Linguagem Formal Culta da Língua Portugesa;
_ Não poderá ser narrativo;
_ Deverá ter no mínimo 10 linhas;
_ Dê título, compatível com sua produção;

 
Deixe sua melhor nota...na nossa última Avaliação..prepare-se para o Ensino Médio por aqui...faça seus rascunhos dos temas...um deles será do Simulado...boa prova! Seus lindos da profe!



PtD: Profª Wilm@

Redação da Avaliação Bimestral


Nota:9, 5
O consumo e a verdadeira felicidade
Atualmente, as pessoas se preocupam muito com o consumo, deixando de lado, fatos importantes de sua própria vida.O poder de consumir, tornou-se uma maneira de ser feliz, ou seja, não se dão conta de que a verdadeira felicidade, está dentro de si, em sua família e seus amigos.
Os consumistas, geralmente, são influenciados, por exemplo, pela televisão, onde aprendem, de forma incorreta, que para ser feliz, precisamos adquirir todos os produtos modernos de lançamento.
Aluna:Camila Agatha 9° A

Leia a proposta e prepare-se para o Simulado
Dos temas abaixo, um deles será da Avaliação


Proposta de Gênero: Dissertação Argumentativa


TEMA: Autoimagem e publicidade

Antes e depois do rosto da atriz Renée Zellweger
Antes e depois o rosto de Renée Zellweger Fonte Gety Imagens

Direto ao ponto:

A imagem corporal é a ideia que cada pessoa tem sobre o seu corpo e ela tem papel central na construção da nossa identidade. É através do nosso corpo e de seus movimentos, postura, odores e gostos que projetamos nossa autoimagem aos outros e ao mundo. Essa construção é um processo permanente, que envolve fatores físicos, emocionais e sociais.
Exemplo de transformação bastante comentado na segunda quinzena de outubro foi a atriz Renée Zellweger.
Segundo o psicanalista francês Jacques Lacan (1901-1981), a formação da imagem corporal começa na infância, no que ele descreve como "estádio do espelho", ou fase do espelho. De acordo com a teoria, essa fase se estende dos seis meses aos dois ou três anos de idade, quando a criança passa se perceber como um corpo unificado, e não mais fragmentado, completado pela mãe. Nessa idade, se colocada em frente a um espelho, a criança se reconhece como indivíduo, iniciando a sua construção do “eu”.
Em seus estudos, o norte-americano J.K. Thompson, professor de psicologia na Flórida (EUA) e referência no tema imagem e corpo, elencou três componentes para a formação do conceito de imagem corporal. O primeiro, o componente perceptivo, está ligado à percepção da nossa própria aparência física; o segundo, o subjetivo, envolve aspectos como satisfação com a aparência, o nível de preocupação e ansiedade a ela associada; e o último, o comportamental, que destaca as situações que as pessoas evitam por sentirem-se desfavoráveis devido à sua aparência corporal.
O grande dilema do mundo moderno é adequar essa imagem corporal aos padrões estéticos difundidos pela sociedade. Uma pessoa com peso ideal ou malhada é sinônimo de pessoa saudável? Nem sempre. No entanto, a ideia de saúde que se fortaleceu no século 20 foi a da cultura da “boa forma” e da exibição do corpo impulsionada pelo boom da indústria do fitness e pelos modelos de comportamento e beleza adotados pela indústria da publicidade.

Magreza x obesidade: efeitos de diferentes consumos pelo corpo

Quando falamos de corpo, consumimos não só alimentos, mas padrões, comportamentos, roupas e atitudes sempre buscando a (auto) imagem dita ideal. Nessa busca, obesos sofrem por serem considerados “fora do padrão”; jovens insatisfeitas com sua aparência e peso recorrem a dietas inadequadas e acabam desenvolvendo transtornos alimentares em busca de uma magreza exagerada. Há quem recorra a cirurgias plásticas para alterar o corpo, muitas vezes, sem necessidade, ou em busca da eterna juventude.
No final de outubro, a atriz Renée Zellweger chamou atenção e virou notícia em todo o mundo após aparecer em um evento com uma aparência completamente diferente, levantando especulações sobre o uso de intervenções como plástica e botox.
Especialistas levantaram inúmeras possibilidades para explicar a mudança radical da atriz, como perda de peso em excesso, redução do volume de cabelo, aplicação de botox, retirada de pele e bolsas das pálpebras superiores, inserção de próteses no rosto, entre outros procedimentos. A atriz divulgou um comunicado no qual se diz "feliz" pelas pessoas terem reconhecido que ela está diferente e que ela está cuidando da saúde como nunca.

Nessa discussão, duas práticas ligadas 
à construção da nossa imagem corporal não podem ficar de fora: a dieta e o exercício físico, comportamentos saudáveis quando feitos com equilíbrio, prazer e acompanhamento profissional, mas que às vezes tornam-se inimigos da saúde.
A decisão de fazer uma cirurgia plástica ou uma dieta costuma estar relacionada à insatisfação com nosso corpo. No entanto, quando feita de modo radical, a dieta pode levar a transtornos alimentares devido a maus hábitos como beber apenas água, pular refeições, tomar remédios, entre outros.
Não à toa, transtornos alimentares como a anorexia e bulimia são, hoje, considerados também reflexos de uma distorção da imagem corporal. Esses transtornos são caracterizados por um padrão de comportamento alimentar gravemente perturbado, um controle patológico do peso corporal e por distúrbios da percepção da imagem corporal. No caso da anorexia nervosa, a pessoa desenvolve um medo de ganhar peso mesmo estando abaixo ou com o peso considerado ideal.
A febre das dietas atinge especialmente as adolescentes, que aderem à prática sem estimar suas consequências. Essas dietas são facilmente encontradas na internet e compartilhadas nas redes sociais, hoje, o principal meio de exposição da autoimagem entre esse público
Sobre essa questão, Phillippa Diedrichs, pesquisadora do Centro para Pesquisa em Aparência da Universidade do Oeste da Inglaterra, vê uma ligação entre redes sociais e a preocupação com o chamado “look”. Para ela, “quanto mais tempo se passa no Facebook, maior a probabilidade das pessoas se enxergarem como objetos". Esse excesso de exposição e interação -- nem sempre positiva com a opinião alheia-- favorece a ansiedade.
Na opinião de Diedrichs, a resposta para amenizar a ansiedade com relação à aparência é defender uma diversidade maior na mídia, pois não há apenas uma forma de ser saudável e não há uma aparência ideal.
Na outra ponta do consumo, temos o problema da obesidade, acúmulo de gordura no corpo. A obesidade é um dos principais desafios de saúde pública do século 21 e o problema é grave quando falamos de obesidade infantil.
Crianças com sobrepeso e obesidade são mais propensas a desenvolver diabetes e doenças cardiovasculares ainda jovens e, numa idade mais avançada, doenças crônicas associadas à alimentação. Além desses problemas, uma pesquisa realizada em 2014 pela Faculdade de Medicina da UNESP, em Botucatu (SP), encontrou evidências de que o excesso de peso pode, a longo prazo, aumentar o risco de desenvolver osteoporose.
No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece que, para resolver o problema, é preciso vencer um adversário de peso: a propaganda. Segundo a OMS-Europa, a propaganda de alimentos nocivos a crianças se mostrou "desastrosamente eficaz" em estimular a obesidade, em especial com o uso das redes sociais para promover alimentos ricos em gorduras, sódio e açúcar, mas pobres em vitaminas, minerais e outros micronutrientes saudáveis. Daí a necessidade de, detectar o problema durante a infância para tentar reverter esse quadro, evitando o consumo frequente de alimentos calóricos e gordurosos.

A pressão sobre o corpo feminino

O culto do corpo e a exigência de um padrão de beleza não é um dilema do mundo moderno.  Ele está relacionado com o ideal de beleza grego, para quem o belo estava associado à aptidão física e a um modo de vida do cidadão grego. O homem belo tinha valores, era culto e politizado, e o conceito de beleza estava mais ligado ao sexo masculino.

Como elenca o filósofo e professor francês Gilles Lipovetsky, a visão da mulher não foi sempre ligada à beleza. “Nas pinturas pré-históricas, as mulheres são retratadas com enormes seios e nádegas, símbolo de fecundidade e não de beleza. Na cultura grega, obcecada pela definição da beleza absoluta e marcada por uma cultura homossexual, Apolo certamente é mais importante do que Vênus. Por fim, na cultura cristã, a beleza da mulher é considerada perigosa, ‘a porta do diabo’”.
Ao longo do tempo, as mulheres se livraram do excesso de roupas e do espartilho, item que vai além de uma simples peça do vestuário quando se fala de padrões para o corpo feminino. Do Renascimento ao início do século 20, os espartilhos representaram um código social ao qual a mulher deveria se adequar. Para uns, a peça que alongava o corpo feminino e reduzia seu contorno curvilíneo mostrava submissão e disciplina. A partir da segunda metade do século 19, o espartilho passou a ter função moral, atribuindo à mulher um aspecto mais respeitável.
Com a emancipação feminina, as mulheres conseguiram se libertar do uso opressivo do espartilho. A peça voltou a ser usada, mas hoje, com materiais flexíveis e ao gosto da mulher. No entanto, novos sofrimentos e sacrifícios passaram a ser submetidos ao corpo feminino.
“A verdade é que a especialização de tipo físico e moral da mulher, em criatura franzina, neurótica, sensual, religiosa, romântica, ou então, gorda, prática e caseira, nas sociedades patriarcais e escravocráticas, resulta, em grande parte dos fatores econômicos, ou antes, sociais e culturais, que a comprimem, amolecem, alargam-lhe as ancas, estreitam-lhe a cintura, acentuam-lhe o arredondado das formas, para melhor ajustamento de sua figura aos interesses do sexo dominante e da sociedade organizada sobre o domínio exclusivo de uma classe, uma raça e de um sexo”, escreveu o cientista social brasileiro Gilberto Freyre, em “Sobrados e mucambos: decadência do patriarcado e desenvolvimento do urbano”.
Para a escritora e historiadora brasileira Mary Del Priore, a identidade do corpo feminino corresponde ao equilíbrio entre a tríade beleza-saúde-juventude. No caso do corpo feminino, os padrões para compor essa tríade mudam com o tempo. Como escreve Liliany Samarão no artigo “O espetáculo da publicidade: a representação do corpo feminino na mídia”, “o corpo da mulher foi submetido a um ritmo acelerado – e padronizado – de mudanças, seja nos padrões, nas medidas, nos estilos, nas épocas históricas. O corpo é o efeito dos discursos que dão consistência simbólica à vida social. (...) O corpo virou o capital da mulher no século 21”.
Dentro dessa lógica e obsessão por corpos magros ou musculosos, nosso corpo parece se aproximar cada vez menos de um corpo humano, para se tornar cada vez mais um objeto de design.
Leia e identifique no primeiro parágrafo, o tema, as causas, após as consequências e argumentos, em seguida as possíveis propostas de solução para o tema...faça seu rascunho na linguagem formal culta.
pTd: Prof Wilm@

MODELO DE REDAÇÃO COM O TEMA ACIMA, CORRIGIDO PELA UOL

Direto ao ponto
A imagem corporal é a ideia que cada pessoa tem sobre o seu corpo e ela tem papel central na construção da nossa identidade. Essa construção é um processo permanente, que envolve fatores físicos, emocionais e sociais e nos acompanha ao longo da vida.

O grande dilema do mundo moderno é adequar essa imagem corporal aos padrões estéticos impostos pela sociedade. A ideia de saúde que se fortaleceu no século 20 foi a da cultura da “boa forma” e da exibição do corpo impulsionada pelo boom da indústria do fitness e pelos modelos de comportamento e beleza propagados pela indústria da publicidade.

Na busca pela aparência dita ideal, as pessoas recorrem a dietas radicais, tornam-se obcecadas pela magreza extrema, recorrem a cirurgias plásticas nem sempre necessárias, para alterar partes do corpo que não agradam – muitas vezes no julgamento dos outros -- ou para evitar os efeitos do tempo. O corpo feminino é o que mais sente a exigência dos padrões sociais.

A reflexão que pode ser feita é a de até que ponto nos deixamos influenciar por esses fatores externos e até onde estamos dispostos a ir para ter uma imagem física dita perfeita. A dieta, o exercício físico, intervenções cirúrgicas, a vaidade podem ser comportamentos saudáveis quando feitos com equilíbrio e acompanhamento profissional, mas não podem se tornar inimigos do nosso bem-estar e saúde.

Andréia Martins


TEMA: RACISMO Preconceito não é página virada no Brasil; país vive 'falsa democracia racial' segundo ONU

Jogadores do Grêmio entram em campo para o jogo com o Bahia com faixa contra o racismo
Jogadores do Grêmio entram em campo para o jogo com o Bahia com faixa contra o racismo

 Uma cliente que se recusa a ser atendida por uma funcionária negra. Um homem negro que entra em uma loja e é seguido pelo segurança. Um goleiro é chamado de “macaco” pela torcida adversária ou uma menina que tem o cabelo afro chamado de “cabelo ruim”. Situações como essas são vividas diariamente por muitos afrodescendentes no Brasil. Os negros são 50,7% da população brasileira, mas 126 anos após a edição da Lei Áurea, que aboliu a escravatura no Brasil, o país ainda enfrenta o preconceito racial de parcela da sociedade.
Em setembro deste ano, o Grupo de Trabalho das Organizações das Nações Unidas sobre Afrodescendentes publicou um relatório apontando que no Brasil oracismo é “estrutural e institucional”. Para a organização, nosso país viveria em uma “falsa democracia racial”, que nega a existência do racismo devido à miscigenação entre diferentes povos e raças.
No documento, a ONU sugere medidas como garantir a permanência de estudantes negros cotistas nas universidades, prevenir a violência contra mulheres e jovens negros, elaborar um plano nacional de controle e treinamento das Polícias Militares (PMs), abolir o auto de resistência, aprimorar o ensino de história e cultura afrobrasileira nas escolas, agilizar e desburocratizar a titulação de terras quilombolas e prover recursos financeiros e humanos para os órgãos municipais e estaduais de combate ao racismo.
Algumas das medidas sugeridas pela ONU já foram implantadas no país, como a instituição das cotas para negros na educação e no serviço público, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, o Plano Juventude Viva, a lei de 2003 que tornou obrigatório o ensino dahistória e cultura afrobrasileira e africana nas escolas, entre outros.
No entanto, dados do IBGE reforçam a dimensão do problema mostrando a grande desigualdade social entre raças no país. O desemprego entre negros é 50% maior do que entre a população branca -- que têm expectativa de vida seis anos maior do que os afrodescendentes. A população negra tem 1,6 ano de estudo a menos que a branca; representa 65,1% das vítimas de homicídios; e sustenta taxa de mortalidade infantil 60% maior que a da  população branca.
São recorrentes os episódios de racismo nas atividades desportivas do Brasil, principalmente em partidas de futebol. O último deles envolveu o goleiro Mário Lúcio Duarte Costa, o Aranha, do Santos, vítima de agressões racistas em disputa pela Copa do Brasil contra o Grêmio, em Porto Alegre (RS), em agosto deste ano. A torcida do time adversário comparou o jogador a um macaco, entre outros insultos racistas.
Três torcedores gaúchos foram indiciados por injúria racial, crime caracterizado por agressões verbais direcionadas a uma pessoa com a intenção de abalar o psicológico dessa vítima, utilizando elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência (art. 140, § 3.º, CP).
Foi em 1988, com a promulgação da Constituição que está em vigor, que a prática do racismo passou a ser considerado um crime inafiançável e imprescritível. Ao contrário da injúria racial, os crimes de racismo, expressos na Lei n. 7.716/89, são inafiançáveis. O crime de racismo consiste em praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. A pena prevista é de reclusão de 1 a 3 anos, além de multa.
A lei considera diversas condutas como crimes de racismo. São exemplos o ato de impedir ou dificultar o acesso de pessoas a serviços, empregos ou lugares, impedir a matrícula em escola, o acesso às forças armadas e, inclusive, obstar por qualquer meio o casamento ou a convivência familiar por razões de preconceito.
Há, ainda, a previsão de crime de fabricação, distribuição ou veiculação de símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo.
Em 2003, o governo federal brasileiro criou a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). De acordo com a Seppir, o número de denúncias de racismo dobrou nos últimos anos. Em 2011, a ouvidoria do órgão recebeu 219 denúncias. Em 2012, esse número pulou para 413 e, no ano passado, chegou a 425, praticamente o dobro dos registros de 2011. Existem diversas interpretações para esse aumento, mas especialistas apontam que quanto mais conscientes as pessoas estão sobre seus direitos, mais elas denunciam.
A violência racista não é apenas verbal. Delegacias também registram a violência física a afrodescendentes, como no caso de agressões por skinheads. Existe ainda a perseguição religiosa e cultural. Alguns templos de matriz africana, como da umbanda e camdomblé, são alvos de depredação e perseguição.
A representatividade na política também é uma das bandeiras do movimento negro, visto que hoje, o Congresso Nacional é composto por 8,3% de negros. Para lideranças do movimento, aumentar a participação política dos representantes negros é passo fundamental para a criação de políticas e ações que visem encerrar e combater o preconceito e permitir a igualdade de direitos. 
Da Abolição à República Velha
Depois da queda da monarquia, o fim da escravidão no Brasil, em 1888, e a mudança do regime político-administrativo, as antigas ordens sociais vigentes no Império ainda permaneceram por alguns anos, como a separação entre brancos e negros. 
Durante a República Velha (1889-1930), a doutrina do racismo científico vinda da Europa considerava o negro e índio como raças inferiores e o povo mestiço como “improdutivo e amoral”, que não se adaptaria ao progresso que o Brasil precisava. O negro era visto como uma causa do fracasso da nação e por isso era preciso “branquear” a população. 
A época foi marcada pela chegada da mão de obra imigrante para a expansão da lavoura cafeeira e pela exclusão de muitos negros das oportunidades de emprego e educação. O ex-escravo ficou desassistido. Já no campo cultural, havia uma legislação que proibia as manifestações culturais negras tais como o batuque, o candomblé e a capoeira. 
A ideia de inferioridade determinada pela cor da pele só foi questionada abertamente em 1932, com a publicação de Casa Grande & Senzala, do sociólogoGilberto Freyre. Apesar disso,o acadêmico foi alvo de duras críticas pela sua visão “açucarada” da mestiçagem brasileira, que não considera a violência e a dominação cruel contra o povo negro. No Brasil, foi nessa época que o movimento negro começou a ganhar corpo, buscando a integração à sociedade, preservação da história e cultura negra e a igualdade de direitos.

texto corrigido pela uol sobre racismo!

DIRETO AO PONTO


Uma cliente que se recusa a ser atendida por uma funcionária negra. Um homem negro que entra em uma loja e é seguido pelo segurança ou um goleiro chamado de “macaco” pela torcida adversária.

Situações como essas são vividas diariamente por muitos afrodescendentes no Brasil. Os negros são 50,7% da população brasileira, mas 126 anos após a edição da Lei Áurea, que aboliu a escravatura no Brasil, o país ainda enfrenta o preconceito racial de parcela da sociedade.

Em setembro deste ano, um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que no Brasil o racismo é “estrutural e institucional”. Para a organização, nosso país viveria em uma falsa democracia racial, que nega a existência do racismo devido à miscigenação entre diferentes povos e raças.

O relatório fez algumas recomendações ao Brasil, como garantir a permanência de estudantes negros cotistas nas universidades, prevenir a violência contra mulheres e jovens negros, elaborar um plano nacional de controle e treinamento das PMs, abolir o auto de resistência, aprimorar o ensino de história e cultura afrobrasileira nas escolas, agilizar e desburocratizar a titulação de terras quilombolas e prover recursos financeiros e humanos para os órgãos municipais e estaduais de combate ao racismo.

Algumas dessas medidas já estão em andamento no país, como as cotas e a obrigatoriedade do ensino da cultura afrobrasileira e africana nas escolas, enquanto outras ainda precisam ser concretizadas, como a própria lei que criminaliza o racismo, mas enfrenta barreiras na hora de seu cumprimento.

Carolina Cunha

Tema: Felicidade e Sociedade de Consumo

            O carro do ano, a roupa da estação, o corpo perfeito, o mais novo modelo de ipad, enfim, quem não deseja possuir todos esses quesitos? O poder de consumo, na atualidade, tornou-se referência de felicidade. As pessoas se matam trabalhando cada vez mais buscando novos desejos a serem saciados. Não há tempo para saúde, família, realizações internas, tempo para si, o indivíduo feliz é aquele que consegue comprar cada vez mais. Será que um dia ele estará satisfeito e completo ou o desejo por consumir acarretará num vazio cada vez maior? Será mesmo que a felicidade está apenas no ter e poder consumir coisas? Será que ainda há algo que o dinheiro

Proposta : Dissertação Argumentativa;

            Neste gênero textual, você possui a oportunidade de defender um posicionamento e tentar persuadir seu interlocutor de sua posição. Para isso, mobilize fatos, dados, exemplos, analise e reflita em torno da problemática do tema.

Observações

 Use sua realidade social, pessoal , intelecutal e até mesmo fictícia. Em terceira pessoa do Discurso indireto (geral social)
_ Deverá estar escrito na Linguagem Formal Culta da Língua Portugesa;
_ Não poderá ser narrativo;
_ Deverá ter no mínimo 10 linhas;
_ Dê título, compatível com sua produção;

 
Deixe sua melhor nota...na nossa última Avaliação..prepare-se para o Ensino Médio por aqui...faça seus rascunhos dos temas...um deles será do Simulado...boa prova! Seus lindos da profe!



PtD: Profª Wilm@

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