oLhA a HoRa!!!

Quem sou eu

Minha foto
¯`*·.¸¸♥ღ°Quem é essa que me olha de tão longe, com olhos que foram meus?(Retrato antigo - Helena Kolody) ¯`*·.¸¸♥ღ° Quem é essa que me vê do lado de lá quando eu dela preciso cá? Quem é essa que está em mim e eu nela em hora sem fim? Quem é essa, quem sou eu?De tanta pressa o vento a levou...Fiquei eu Olho no olho O meu no seu Num retrato antigo Num estar comigo Num olhar só meu. (Janice Persuhn)¯`*·.¸¸♥ღ° De retralho em retalho tiram pedaços de mim de espaço a espaço costuram os vazios de mim de palavra a palavra descobrem eu sou mesmo assim. (Autópsia) ¯`*·.¸¸♥

PrOfeSsOrA WiLma NuNeS RaNgEl

PrOfeSsOrA WiLma NuNeS RaNgEl

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Tal pai...tal FILHO

Carlos Alberto Richa! Com o olhar na reserva de dinheiro do 
Paraná Previdência. Assim criou a RICHA com o funcionalismo 
da Educação...Esse é O CARA que conseguiu ACABAR
com o provérbio hereditariamente AMOROSO
 entre pai e filho...contrariando:" Tal pai!Tal filho!!"

Em nota, OAB é contra tratoraço

NOTA PÚBLICA
A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SEÇÃO PARANÁ vem publicamente manifestar-se de forma absolutamente contrária ao regime de tramitação sumaríssimo, incompatível com a magnitude dos temas, e ao mérito do projeto de Lei 60/2015, do Governo do Estado, que provoca radicais alterações orçamentárias com profundos impactos sobre direitos adquiridos, em razão dos seguintes fundamentos.

O projeto é permeado pela diversidade das matérias, muitas delas totalmente desconexas. Vai desde uma simples campanha para incentivar a população a pedir nota fiscal até a polêmica medida de desvirtuar todos os fundos públicos existentes, acabando com a destinação específica dos valores que os compõem, e que justificaram suas criações, para permitir que sejam empregados no pagamento de qualquer item orçamentário, projetando, sobretudo, um inaceitável retrocesso no sistema previdenciário paranaense.

O PARANÁ PREVIDÊNCIA foi criado para desonerar o Estado do encargo de pagamento de proventos e de pensões. Um dos poucos, senão o único projeto de real planejamento de longo prazo que já existiu no Estado. A fusão dos fundos previdenciário e financeiro praticamente retira o sentido da existência da entidade, e, no futuro, corremos o risco de voltar a situação anterior a 1998, quando sabia-se do esgotamento do modelo de contribuição e partiu-se para o modelo de capitalização.

Inadmissível a redução do valor das RPVs de 40 salários mínimos para R$ 12.000,00, ou seja, dívidas que devem ser pagas em 60 dias após a expedição da requisição de pequeno valor. Isso significa que condenações impostas contra o Estado que ultrapassarem o novo limite terão que ser submetidas ao regime dos precatórios, também seriamente comprometido pelo seguido inadimplemento do governo com sua obrigação constitucional.

O desequilíbrio das finanças do Estado não pode ser equacionado com uma oneração excessiva à população e aos funcionários públicos, especialmente logo após a aprovação do aumento de impostos e a concessão de inúmeros subsídios e auxílios a categorias mais privilegiadas do setor público.
Nesse cenáribenett090215

Entre Aspas

“E se a Justiça concedesse reintegração de posse do Paraná aos paranaenses enganados na última eleição?”.







Do senador Roberto Requião, no Twiter, a pretexto da informação que a Justiça concedeu reintegração de posse do Palácio 19 de Dezembro, invadido ontem por manifestantes...
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Pedido

espera-se que os Deputados Estaduais, fiéis à representação popular e ao dever de independência como pressuposto do exercício legítimo do Poder Legislativo, atentos a relevância da matéria e à contrariedade ao interesse público que as alterações causarão, rejeitem o projeto de lei em exame.
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OPINIÕES E AFINS




Jornalismo parasita do Fábio Campana!Não pesquisa nem imagens de Holerite do último padrao de QPM, pelo Google, não usa corretor moral de valores humanos...tudo bem que todo mundo acha estranho suas inverdades...mas estranho mesmo é o Sr ser da terra das Cataratas, filho de pioneiros, cresceu e foi educado por mulheres professoras, estudou nos colégios públicos Monsenhor e Mitri!!!Mas use a honestidade!Assim Fabio Campana o senhor envergonha os iguaçuenses!

De Rodrigo Fornos Professores ou baderneiros? Estão a serviço de quem? É isso que é ensinado dentro da sala de aula? O movimentos dos "professores" incitado pela APP, braço sindical do PT, não é para lutar por sérias melhorias no ensino. Mas para lutar...


Hoje os professores e todos os servidores estaduais ficaram enlutados ainda mais com a pouca vergonha que ocorreu com o resultado da votação da instauração da comissão geral que pretende acabar com os direitos, conquistados tão arduamente pelos servidores estaduais, tais como o plano de carreira e o paranáprevidência, o famoso "tratoraço".

Foi um momento de terror no plenário da Assembléia Legislativa quando o painel mostrou 34 votos a favor do governo e 19 votos contra o governo. 
Foi um momento, digo, segundos, que o painel mostrou o quanto a nossa democracia é denegrida, deficitária e austera a nós brasileiros. 
Aquele segundo que vi o painel eletrônico mostrando a totalização de votos, me veio a memória os períodos árduos da ditadura, onde atos institucionais acabavam com os direitos civis dos brasileiros. Tal qual está o ocorrendo com esse "tratoraço". 
Votamos em pessoas, humanos como a gente, para nos representar junto a uma Assembléia, e o que eles nos retornam? Respondo. Eles viram as costas para o povo. Acabam com o povo, tal qual os ditadores fizeram na era ditadorial militar brasileira. 
Só falta agora acabar com o direito de viver de cada brasileiro, principalmente nós paranaenses. 
Primeiro veio Álvaro Dias, depois Lerner e, agora, Beto Richa e seus correligionários. 
E fico ainda mais atônito quando soube que Claudia Pereira foi uma das que votou contra o povo. Isso mesmo, contra o povo. Contra os educadores, contra os servidores em geral. Ela, que precisou do povo paranaense para chegar onde chegou e agora se vira contra ele. Um absurdo. 
Enlutado, de profundo pesar. 
Só espero que, os professores não desistam de reivindicar seus direitos, mantendo a greve nas escolas, porque só assim, a sociedade vai acordar a nosso favor e gritar sem titubear, ao virem que seus filhos irão perder o ano letivo.
Não podemos desistir tão fácil! Em época de guerra, quem cochila morre. 
E não podemos deixar morrer tantas conquistas trabalhistas, tantas esperanças de um futuro melhor para nós e para nosso povo brasileiro.
Fisioterapeuta e Professor do Colégio Estadual Ulysses Guimarães, Luiz Boldieri )


Sou de Foz do Iguaçu de coração e tenho vergonha de que o Sr. Fábio Campana seja igualmente iguaçuense... sou professora e se posso hoje, comer numa churrrascaria pagando R$ 150,00 o prato, o que não foi o caso aí, é graças a ascensão no plano de carreira do magistério, pois tenho 22 anos de profissão e concluí o PDE. Não temos esse direito? Temos de nos contentar com migalhas, como quer o nosso governador? Quero que meus colegas novos tenham as mesmas oportunidades.
Tenha a decência, Sr. Campana, de ter opinião própria e não ficar repetindo um discurso que não é seu. E se quiser saber como é a vida, a carreira e a rotina de uma professora do Paraná, convido-o para um "lauto café". Deixa que eu pago!

Já não se faz greve como antigamente. Um grupo de sindicalista grevista fechou hoje, na hora do almoço, uma das alas de tradicional churrascaria do Centro Cívico que oferece carnes nobres a R$ 150,00 o prato. Também não falta comida (lanches, lautos...
FABIOCAMPANA.COM.BR
Alessandra Fogagnoli Damaceno, cidadã, mãe, esposa e educadora no Colégio Estadual Ulysses Guimarães

Sou de Foz do Iguaçu de coração e tenho vergonha de que o Sr. Fábio Campana seja igualmente iguaçuense... sou professora e se posso hoje, comer numa churrrascaria pagando R$ 150,00 o prato, o que não foi o caso aí, é graças a ascensão no plano de carreira do magistério, pois tenho 22 anos de profissão e concluí o PDE. Não temos esse direito? Temos de nos contentar com migalhas, como quer o nosso governador? Quero que meus colegas novos tenham as mesmas oportunidades.
Tenha a decência, Sr. Campana, de ter opinião própria e não ficar repetindo um discurso que não é seu. E se quiser saber como é a vida, a carreira e a rotina de uma professora do Paraná, convido-o para um "lauto café". Deixa que eu pago!

Já não se faz greve como antigamente. Um grupo de sindicalista grevista fechou hoje, na hora do almoço, uma das alas de tradicional churrascaria do Centro Cívico que oferece carnes nobres a R$ 150,00 o prato. Também não falta comida (lanches, lautos...
Emocionante...
Alunos se manifestando...
" Governador, respeite meu professor"...
Coisa que ele, Governador, ainda não fez...
Mentindo para a população...
Não aceito isso...
Mentira sempre será mentira
Nunca sera verdade
Mesmo que seja dita mil vezes
Ele deve ter faltado nas aulas...
Não seguiu os conselhos dos pais
Nenhum bom pai ensina mentir...

Alaide Carvalho Laufer



Emocionante...
Alunos se manifestando...
" Governador, respeite meu professor"...
Coisa que ele, Governador, ainda não fez...
Mentindo para a população...
Não aceito isso...
Mentira sempre será mentira
Nunca sera verdade
Mesmo que seja dita mil vezes
Ele deve ter faltado nas aulas...
Não seguiu os conselhos dos pais
Nenhum bom pai ensina mentir...

Alaide Carvalho Laufer, Professora do Colégio Estadual Ulysses Guimarães


NO PARANÁ, essa semana: professores em greve ocupam a Assembleia, a Polícia Militar é destacada, por ordem do governador Beto Richa, para fazer a segurança, não há troca de turnos suficiente e os policiais ficam lá muito tempo, os professores, em solidariedade, oferecem água para eles. Frente à hipótese de ser ordenado à PM que solte 'literalmente' os cachorros nos professores (como ordenou Álvaro Dias em 1988) as esposas dos PMs, em solidariedade, juntaram-se aos professores! Como diz o Caetano 'ser gente é outra alegria, diferente das estrelas'. Torço pra que essa sintonia solidária vá contaminando a todos.(Eliane Silveira - Mestre da UF de Uberlândia MG)

.(Eliane Silveira - Mestre da UF de Uberlândia MG)

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PtG professora Wilma
eStOu em greve
FoNtE blog Cicéro Cattani

fOnTe blog Cçicero Catani

SER PROFESSOR, uma escolha de poucos (Rodrigo Rattier Revista Escola)

Nos últimos anos, tornou-se comum a noção de que cada vez menos jovens querem ser professores. Faltava dimensionar com mais clareza a extensão do problema. Um estudo encomendado pela Fundação Victor Civita (FVC) à Fundação Carlos Chagas (FCC) traz dados concretos e preocupantes: apenas 2% dos estudantes do Ensino Médio têm como primeira opção no vestibular graduações diretamente relacionadas à atuação em sala de aula - Pedagogia ou alguma licenciatura (leia o gráfico abaixo).


Uma profissão desvalorizada
Só 2% dos entrevistados pretendem cursar Pedagogia ou alguma Licenciatura, carreiras pouco cobiçadas por alunos das redes pública e particular
Ilustração: Mario Kanno
Fonte: Pesquisa Atratividade da Carreira Docente no Brasil (FVC/FCC)

A pesquisa, que ouviu 1.501 alunos de 3º ano em 18 escolas públicas e privadas de oito cidades, tem patrocínio da Abril Educação, do Instituto Unibanco e do Itaú BBA e contou ainda com grupos de discussão para entender as razões da baixa atratividade da carreira docente. Apesar de reconhecerem a importância do professor, os jovens pesquisados afirmam que a profissão é desvalorizada socialmente, mal remunerada e com rotina desgastante (leia as frases em destaque).

"Se por acaso você comenta com alguém que vai ser professor, muitas vezes a pessoa diz algo do tipo: 'Que pena, meus pêsames!'"
Thaís*, aluna de escola particular em Manaus, AM

"Se eu quisesse ser professor, minha família não ia aceitar, pois investiu em mim. É uma profissão que não dá futuro."
André*, aluno de escola particular em Campo Grande, MS

* Os nomes dos alunos entrevistados foram alterados para preservar a confidencialidade da pesquisa


O Brasil já experimenta as consequências do baixo interesse pela docência. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas no Ensino Médio e nas séries finais do Ensino Fundamental o déficit de professores com formação adequada à área que lecionam chega a 710 mil (leia o gráfico ao lado). E não se trata de falta de vagas. "A queda de procura tem sido imensa. Entre 2001 e 2006, houve o crescimento de 65% no número de cursos de licenciatura. As matrículas, porém, se expandiram apenas 39%", afirma Bernardete Gatti, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e supervisora do estudo. De acordo com dados do Censo da Educação Superior de 2009, o índice de vagas ociosas chega a 55% do total oferecido em cursos de Pedagogia e de formação de professores.

Faltam bons candidatos
A baixa procura contrasta com a falta de docentes com formação adequada
Ilustração: Mario Kanno
Fontes: Inep e Censo da Educação Superior (2004 e 2008)

Um terço dos jovens pensou em ser professor, mas desistiu
Ilustração: Mario Kanno
Ilustrações: Mario Kanno
O estudo indica ainda que a docência não é abandonada logo de cara no processo de escolha profissional. No total, 32% dos estudantes entrevistados cogitaram ser professores em algum momento da decisão. Mas, afastados por fatores como a baixa remuneração (citado nas respostas por 40% dos que consideraram a carreira), a desvalorização social da profissão e o desinteresse e o desrespeito dos alunos (ambos mencionados por 17%), acabaram priorizando outras graduações. O resultado é que, enquanto Medicina e Engenharia lideram as listas de cursos mais procurados, os relativos à Educação aparecem bem abaixo (leia os gráficos na página ao lado).

Um recorte pelo tipo de instituição dá mais nitidez a outra face da questão: o tipo de aluno atraído para a docência. Nas escolas públicas, a Pedagogia aparece no 16º lugar das preferências. Nas particulares, apenas no 36º. A diferença também é grande quando se consideram alguns cursos de disciplinas da Escola Básica. Educação Física, por exemplo, surge em 5º nas públicas e 17º nas particulares. "Essas informações evidenciam que a profissão tende a ser procurada por jovens da rede pública de ensino, que em geral pertencem a nichos sociais menos favorecidos", afirma Bernardete. De fato, entre os entrevistados que optaram pela docência, 87% são da escola pública. E a grande maioria (77%), mulheres.

O perfil é bastante semelhante ao dos atuais estudantes de Pedagogia. De acordo com o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de Pedagogia, 80% dos alunos cursaram o Ensino Médio em escola pública e 92% são mulheres. Além disso, metade vem de famílias cujos pais têm no máximo a 4ª série, 75% trabalham durante a faculdade e 45% declararam conhecimento praticamente nulo de inglês. E o mais alarmante: segundo estudo da consultora Paula Louzano, 30% dos futuros professores são recrutados entre os alunos com piores notas no Ensino Médio. O panorama desanimador é resumido por Cláudia*, aluna de escola pública em Feira de Santana, a 119 quilômetros de Salvador: "Hoje em dia, quase ninguém sonha em ser professor. Nossos pais não querem que sejamos professores, mas querem que existam bons professores. Assim, fica difícil".

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