oLhA a HoRa!!!

Quem sou eu

Minha foto
¯`*·.¸¸♥ღ°Quem é essa que me olha de tão longe, com olhos que foram meus?(Retrato antigo - Helena Kolody) ¯`*·.¸¸♥ღ° Quem é essa que me vê do lado de lá quando eu dela preciso cá? Quem é essa que está em mim e eu nela em hora sem fim? Quem é essa, quem sou eu?De tanta pressa o vento a levou...Fiquei eu Olho no olho O meu no seu Num retrato antigo Num estar comigo Num olhar só meu. (Janice Persuhn)¯`*·.¸¸♥ღ° De retralho em retalho tiram pedaços de mim de espaço a espaço costuram os vazios de mim de palavra a palavra descobrem eu sou mesmo assim. (Autópsia) ¯`*·.¸¸♥

PrOfeSsOrA WiLma NuNeS RaNgEl

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terça-feira, 21 de março de 2017

Fique por dentro e se prepare para a Segunda produção escrita do ano letivo!

VALOR: 100
NOTA: ___________
 
COLÉGIO ESTADUAL ULYSSES GUIMARÃES.
Disciplina: Língua Portuguesa.
Professora: Wilma Nunes Rangel
Foz do Iguaçu,_____ de março de 2017.
Aluno(a): ____________________________________ nº.: _____   8º  Ano  Turma:____
 Imagem relacionada

PROPOSTA DE REDAÇÃO 02

Se biografia é a história da vida de alguém (já que bio é vida e grafia é texto, escrita), o que você imagina ser autobiografia? O prefixo auto quer dizer "a si mesmo", logo o termo se refere à história da própria vida.
Leia a apresentação que faz de si mesmo o escritor de livros infantis Bartolomeu Campos Queiroz:
...das saudades que não tenho
Nasci com 57 anos. Meu pai me legou seus 34, vividos com duvidosos amores, desejos escondidos. Minha mãe me destinou seus 23, marcados com traições e perdas. Assim, somados, o que herdei foi a capacidade de associar amor ao sofrimento... Morava numa cidade pequena do interior de Minas, enfeitada de rezas, procissões, novenas e pecados. Cidade com sabor de laranja-serra-d’água, onde minha solidão já pressentida era tomada pelo vigário, professora, padrinho, beata, como exemplo de perfeição.
(...) Meu pai não passeou comigo montado em seus ombros, nem minha mãe cantou cantigas de ninar para me trazer o sono. Mesmo nascendo com 57 anos estava aos 60 obrigado ainda a ser criança. E ser menino era honrar pai com seus amores ocultos. Gostar da mãe e seus suspiros de desventuras.
(...) Tive uma educação primorosa. Minha primeira cartilha foi o olhar do meu pai, que me autorizava a comer ou não mais um doce nas festas de aniversário. Comer com a boca fechada, é claro, para ficar mais bonito e meu pai receber elogios pelo filho contido que ele tinha. E cada dia eu era visto como a mais exemplar das crianças, naquela cidade onde a liberdade nunca tinha aberto as asas sobre nós. Mas a originalidade de minha mãe ninguém poderá desconhecer. Ela era capaz de dizer coisas que nenhuma mãe do mundo dizia, como por exemplo: – Você, quando crescer vai ter um filho igual a você. Deus há de me atender, para você passar pelo que eu estou passando. – Mãe é uma só. (...)
 (Bartolomeu Campos Queiroz, em Abramovich, Fanny (org.) – “O mito da infância feliz”. Summus, São Paulo, 1983).
 A autobiografia de Bartolomeu Campos Queiroz é marcada por certa tristeza e uma forte crítica tanto à educação dos pais, quanto aos costumes cidadezinha onde nasceu. Dessa forma, ele rompe com a ideia de que criança é sempre feliz por ser inocente e não perceber os problemas da vida. O escritor dá a entender que todos nascemos velhos, porque somos parte de vidas já vividas pelos pais e até mesmo pela sociedade - simbolizada em seu texto pela cidadezinha em que nasceu. Também vale notar a referência irônica ao célebre poema "Meus oito anos", de Casimiro de Abreu (“Oh”! que saudades que tenho/ da aurora da minha vida...).
Na biografia, a seleção dos eventos a serem apresentados é definida pelos outros, por isso, a objetividade é mais evidente que na autobiografia, em que a pessoa escolhe o que vai escrever sobre ela mesma. Outra característica tanto da biografia quanto da autobiografia é a veracidade dos fatos. Costumam ser narrativas não ficcionais, ou seja, não são histórias "inventadas". O relato dos fatos no texto autobiográfico aparece frequentemente pontuado de lembranças, de um colorido emocional, que não é mostrado em outros tipos de textos e predominando a subjetividade. Fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/autobiografia-como-contar-a-sua-propria-vida.htm
Escreva sua Autobiografia, use seu rascunho baseado nos textos acima, seja criativo, mínimo 22 sem limite de linha máximo.
Gênero Textual


Título:


1


2


3


4


5


6


7


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9


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29


30


Melhorar:
(   ) Letra legível, apresentação
(   ) Ortografia, pontuação e acentuação
(   ) Concordância
(   ) Tema, título e parágrafos
(   ) Marcas da fala
(   ) Veracidade dos fatos
(   ) Margens regulares, linhas plenas
(   ) Repetição de palavras
(   ) Adequação da proposta
(   ) Letra maiúscula
(   ) Sequência de ideias
(   ) Aumentar a criatividade


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