oLhA a HoRa!!!

Quem sou eu

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¯`*·.¸¸♥ღ°Quem é essa que me olha de tão longe, com olhos que foram meus?(Retrato antigo - Helena Kolody) ¯`*·.¸¸♥ღ° Quem é essa que me vê do lado de lá quando eu dela preciso cá? Quem é essa que está em mim e eu nela em hora sem fim? Quem é essa, quem sou eu?De tanta pressa o vento a levou...Fiquei eu Olho no olho O meu no seu Num retrato antigo Num estar comigo Num olhar só meu. (Janice Persuhn)¯`*·.¸¸♥ღ° De retralho em retalho tiram pedaços de mim de espaço a espaço costuram os vazios de mim de palavra a palavra descobrem eu sou mesmo assim. (Autópsia) ¯`*·.¸¸♥

PrOfeSsOrA WiLma NuNeS RaNgEl

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segunda-feira, 7 de março de 2016

HOJE, viva o dia da mulher...sabendo o porquê dele existir!

A LUTA POR LIBERDADE E DIREITOS DAS MULHERES!
É MOTIVO PARA SE ORGULHAR...


E NÃO PARA COMEMORAR...como a sociedade divulga 


Mulheres protestam em Lesotho por direitos iguais no Dia Internacional da Mulher (2008)
Como surgiu o Dia Internacional da Mulher?
Comemora-se o Dia Internacional da Mulher em 8 de março por causa de um episódio histórico. Nesse mesmo dia em 1911 as funcionárias de uma fábrica da Triangle Shirtwaist Company em Nova York, nos Estados Unidos, entraram em greve reivindicando melhores condições de trabalho. Elas pediam uma jornada de trabalho menor (de 16 para 10 horas diárias), que seus salários fossem iguais aos dos homens e melhor tratamento no ambiente de trabalho.
E o que aconteceu?
Ainda que não exista consenso sobre o que de fato ocorreu, sabe-se que no dia 25 de março houve um incêndio na fábrica, do qual nem todos os operários escaparam. A maioria dos 600 trabalhadores conseguiu sair da fábrica, mas 146, sendo 125 mulheres, morreram.
Quando esse dia passou a ser o Dia da Mulher?
Só em 1977, quando a ONU declarou o 8 de março como o Dia Internacional da Mulher, para homenagear as lutas feministas por igualdade, justiça e respeito. Desde o começo do século XX, no entanto, movimentos sociais já vinham promovendo datas internacionais de debate sobre os direitos das mulheres. Um dos mais conhecidos aconteceu em 1911 em Copenhague, na Dinamarca, quando um encontro realizado no dia 19 de março discutiu igualdade de gêneros, sufrágio feminino e outras questões envolvendo direitos das mulheres.
Isso já faz muito tempo. Ainda precisamos desse dia?

Sim. Segundo a Organização das Nações Unidas, o salário das mulheres ainda é 27% menor dos que o dos homens que ocupam a mesma função. Isso vale para o mundo de maneira geral. A proporção de mulheres que ficam e casa e cuidam de afazeres domésticos não remunerados é duas vezes e meia maior do que a de homens.

Há 105 anos, cerca de 150 mulheres grevistas morriam, vítimas de um incêndio que ocorreu na fábrica onde trabalhavam, nos Estados Unidos. Uma tragédia que marcou para sempre a sociedade em nível mundial. Mas não é novidade as mulheres reivindicarem seu espaço, ou tomar frente de luta em prol dos menos favorecidos. No Brasil, Anita Garibaldi lutava pela igualdade e a abolição da escravidão. Joana D’arc, na França, tornou-se mártir, ainda muito jovem, após ser morta pelos borguinhões, com quem lutara contra na Guera dos Cem Anos. No México, Frida Khalo transformou suas frustrações e dores em arte, e deu um grito para a emancipação da mulher. A atriz norte americana Angelina Jolie é um exemplo, não só de beleza, mas de altruísmo e compaixão. Dedicada às causas humanitárias, a atriz é embaixadora da ONU.
Conheça agora as histórias de outras mulheres, não tão conhecidas assim, mas que são o reflexo de tantas outras que compõem a nossa sociedade. Mulheres inspiradoras, exemplos de lutas, superações e independência, elas defendem a liberdade de expressão, a liberdade de culto, de opção sexual.  Lutam pela emancipação da mulher, defendem o meio ambiente com unhas e dentes e não abrem mão do trabalho fora de casa, conciliando com a educação dos filhos. São atletas, artistas, mães, profissionais, esposas. São Mulheres do Brasil!

Viviany Beleboni, mulher transex

Você provavelmente vai se lembrar dela. Viviany foi vítima de agressão moral, física (foi esfaqueada), ameaças e toda sorte de mazelas que alguém, protegido pela tela de um computador é capaz de fazer. O motivo? A representação artística na Parada do Orgulho LGBT, onde Viviany desfilou “crucificada”. A mensagem era clara: o Calvário pelo qual os membros da comunidade LGBT passam todos os dias, enfrentando o preconceito irracional, a agressão verbal e física, o desrespeito. Contudo, houve quem não pudesse ou quisesse entender a mensagem. Uma enxurrada de críticas altamente destrutivas e ameaças foram direcionadas à modelo nas redes sociais. “
Minha mensagem era de amor e transformaram em ódio (…) Fui de coração aberto pedir igualdade de direitos e o fim da homofobia. Só Deus sabe o que a gente passa sendo vítima de preconceito todos os dias”, declarou Viviany, dias após o ocorrido.
A Parada LGBT foi em junho, em agosto, quando ela caminhava perto de onde mora, foi abordada por dois rapazes, que a agrediram verbalmente, Viviany segiu caminhando, foi seguida e esfaqueada. Teve

Ana Paula Maciel, ativista e ambientalista

Ana Maciel foi destaque nos noticiários brasileiros anos atrás, 2013 mais precisamente, após ter prisão decretada na na Rússia. Ela e outros 28 companheiros, ativistas do GreenPeace foram presos em missão no Ártico quando tentavam subir numa plataforma da Gazprom, gigante do petróleo. A gaúcha de 31 anos é bióloga e há dez atua pela causa da preservação do meio ambiente, junto à GreenPeace, cujas ações, anti-violentas, são bastante ousadas. Após dois meses em cárcere, a ativista retornou ao Brasil. Ela e outros ativistas foram acusados de pirataria no país (o que pode render até 15 anos de prisão), versão descabida que foi desmentida até por Vladimir Putin, presidente russo. Mais recentemente, a gaúcha fez ensaios para a revista masculina PlayBoy. O cachê, segundo ela, é pra realizar o sonho de ter uma reserva ambiental.
A primeira missão de Ana no Oceano Ártico foi em 2010. a bordo no navio Esperanza, ela a toda a tripulação estudaram a diversidade do Ártico e a acidificação dos oceanos. Retornou em 2012, com um grupo de cientistas, cujo objetivo era impulsionar uma campanha que visa transformar a região em santuário ecológico global. Descrita em publicação do site GreenPeace como “comunicativa, simpática e sem medo do trabalho”, Ana figura na equipe dos Marinheiros da organização. Entrou como voluntária em 2006, e hoje é marinheira com missões de 3 meses de duração, intercaladas com outros 3 meses de descanso.

Aline Rocha, paratleta

Determinação é o segundo nome da paratleta joaçabense de 23 anos. Aos quinze anos Aline sofreu um acidente automobilístico que a deixou paraplégica. Em reportagem especial do Esporte Fantástico em 2015, Aline emocionou o Brasil:
“O acidente pode ter me tirado as pernas, mas o esporte me deu asas”. Ela tem treinado bastante e se preparado para as Olimpíadas no Rio de Janeiro este ano. Em 2013 ela participou pela primeira vez do
Brazilian Open Championship Caixa Loterias, que recebeu 110 atletas de 15 países. Na competição, Aline superou marcas pessoais e foi reconhecida pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC).
No ano seguinte Aline queria mesmo era bilhar! Ela atingiu a melhor marca nas provas dos 800, 1500 e 5000 metros da Classe T54. Patrocinada pelo Laboratório Pasteur, ela conquistou o 3º l
ugar na 35ª Oita Internacional Wheelchair Marathon, no Japão, no fim de 2015. A conquista também estabeleceu novo recorde brasileiro de corredores sobre cadeiras de rodas. O feito rendeu também à paratleta uma homenagem da Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul. O prefeito Paulo Pinheiro prometeu incentivo. Na famosa Corrida de São Silvestre, em dezembro último, Aline conquistou a prova pela quarta vez. Única mulher cadeirante na competição, Aline passou até os companheiros do sexo masculino. Outro destaque na impecável carreira como atleta de Aline foram os Jogos Parapan-Americanos de Toronto, no ano passado.

Ilça Ribeiro da Senção, cozinheira, mãe e mulher

Não fosse por hoje, talvez seu nome nunca apareceria num jornal. De origem humilde, nascida na zona rural, num iteriorzinho do estado de Goiás, Ilça não teve vida fácil. Casou-se muito jovem, como era costume da época, e aos 17 anos já tinha sua primeira filha, que nascera com problemas neuromotores. Teve outros seis filhos, cinco homens. Cozinheira, trabalhou como merendeira numa escola pública até sua aposentadoria, além de ter comandado o mais famoso restaurante da Festa de Romaria de Nossa Senhora da Abadia de Muquém por décadas. Empreendedora, montou seu próprio restaurante e hotel, com endereço físico no ano de 2007, mas a crise imobiliária norte-americana pôs fim ao negócio de Dona Ilça.
Fato é que a comidinha caseira, feita com tanto capricho, conquistou o coração dos moradores da pequena cidade de Niquelândia, e foi daí que ela tirou o sustento para seus sete filhos e o ex-marido. No início da década de 1990, Dona Ilça conheceu uma menininha, de aproximadamente dois anos. Vítima de maus tratos, a pequena foi adotada pela cozinheira. Hoje, a caçula dos oito irmãos é graduada, profissional, esposa. Aposentada, Ilça vive num sítio, na cidade natal, na companhia de seu novo marido. Nas festas em que pode reunir boa parte da família, ela contempla o bom trabalho que fez como mãe. Oito filhos crescidos, homens e mulheres de sucesso, espalhados pelo Brasil. E mais 16 netos, que ela mima como pode.
Exemplos de mulheres, comuns, como esta jornalista que vos escreve, como tantas leitoras espalhadas por aí. Que usam da garra, que lhes é concernida por natureza, para mudar a realidade de si mesmas e do mundo a seu redor. Feliz Dia Internacional da Mulher à todas nós!

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